Pular para o conteúdo principal

Apresentação no I Congresso de Geografia da Saúde dos países de língua portuguesa

Começou no dia 21/04/2014, em Coimbra, o I Congresso de Geografia da Saúde dos Países de Língua Portuguesa. Seu término dar-se-á amanhã, dia 24/04/2014.

Apesar de não ter sido autorizado a ir ao Congresso apresentar o trabalho aprovado, uma das autoras conseguiu financiamento para ir. Helen Gurgel está lá agora.

Para quem quiser conhecer parte do que produzimos e apresentamos no Congresso, pode acessar o arquivo que disponibilizei por meio do google drive.

O conteúdo do arquivo excede, e muito, os 10 minutos para a apresentação oral na conferência Doutoral do Congresso: Helen teve que cortar muitos slides para falar no tempo que nos cabia.



Uma das boas coisas em relação a este trabalho é que o esforço para fazê-lo será bastante útil em minha tese de doutadorado.

Aproveitando o momento, informo que a revista Radis, da Fiocruz, publicou uma reportagem/manifesto entitulada/o Toda atenção ao território - Contexto é dimensão essencial das políticas e ações de saúde, que vale a pena ser lida. Felizmente estou tendo a oportunidade de trabalhar com Helen e Christovam nessa minha nova jornada.



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

General Mourão e outros. O caráter autoritário da burocracia latino-americana.

      Peixe morre pela boca diz o velho deitado tomando sua cervejinha à beira-mar; não na prisão, vizinho do beira-mar.      A rejeição a TrumpNaro; a existência botafoguense de TrumpGomes e, atualmente, a focalização sobre o Sr. Mourão, vice, dão-se em boa parte em função de uma característica comum: a verborragia reducionista e simplista.      O simplismo reducionista dito aos quatro ventos denominamos, desde os manuais militares até Lênin e seu partido, agitação. Isso serve para comunicar pouco a muitos. Diferentemente da propaganda, onde se comunica muito a poucos. Se as informações e os conhecimentos transmitidos são corretos, é outra questão. Campanha eleitoral é isso, afora os acordos que ninguém explicita.     O Sr. Mourão é um exemplo típico do que na literatura chamou-se de “tendência autoritária da burocracia latino-america” e nós, apesar de não nos importamos muito com os vizinhos e ...

AIKIDO, algumas palavras sobre (parte 1 de 2)

Kokyu nage Comecei a treinar Aikido, arte marcial japonesa moderna, em 2005. Ou terá sido em 2004 ?  Não sei bem. Nesse contexto, 9 ou 10 anos de treino não faz muita diferença. Treinar Aikido fez parte de um processo mais amplo em relação a minha vida pessoal: ter filhos, parar de fumar, reduzir a ansiedade, externalizar minha agressividade, etc. Minha primeira aula, experimental, foi na UnB, no Dojo da Faculdade de Educação Física. Sensei Nelson estava liderando o treino. Cheguei e já no aquecimento pensei em desistir, pois dos movimentos era andar ajoelhado: Shiko. Movimento que nenhum ocidental faz em seu quotidiano, salvo algum problema anatômico ou funcional. Não desisti. Apesar de feito minha primeira aula na UnB ( local onde ensina-se Aikido há 25 anos ), por questões de compatibilidade de horário, resolvi ir treinar no Aizen Dojo, que à época era parte do mesmo grupo liderado por Shikanai Sensei . Ao longo do tempo, fui treinar na UnB, onde treino até ho...