Pular para o conteúdo principal

Visões diferentes, as do que estão na periferia querendo estar no centro

Dilma foi no evento internacional dos financeira e politicamente ricos, em Davos, Europa. Penso eu:  poderia isso ser tipificado como um "rolezinho" anual ?


Ironias à parte, fico sempre impressionado com a capacidade de muitos compatriotas continuarem euro/norte-Americano centrados. Esse último "rolezinho" em Davos foi mais um exemplo desse fenômeno típico da pobreza de espírito: parte da "elite" dizendo-se frustrada por não ter ouvido o que queria que Dilma dissesse; que ela não convenceu; etc; etc; etc.


Enquanto isso, como contraprova, vejo no portal da Reuters uma matéria cujo título é 

Why the irrelevance of Davos is good news. Rolezinho irrelevante, esse, não ?!  Ao menos para os que moram no centro.



Enquanto isso, os ingleses da BBC publicam uma lista de coisas que devem ser aprendidas em função deste último encontro: http://www.bbc.co.uk/news/business-25894498


Quem será que precisa ser convencido de quê, aqui um pouco abaixo da linha do Equador ?







Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

General Mourão e outros. O caráter autoritário da burocracia latino-americana.

      Peixe morre pela boca diz o velho deitado tomando sua cervejinha à beira-mar; não na prisão, vizinho do beira-mar.      A rejeição a TrumpNaro; a existência botafoguense de TrumpGomes e, atualmente, a focalização sobre o Sr. Mourão, vice, dão-se em boa parte em função de uma característica comum: a verborragia reducionista e simplista.      O simplismo reducionista dito aos quatro ventos denominamos, desde os manuais militares até Lênin e seu partido, agitação. Isso serve para comunicar pouco a muitos. Diferentemente da propaganda, onde se comunica muito a poucos. Se as informações e os conhecimentos transmitidos são corretos, é outra questão. Campanha eleitoral é isso, afora os acordos que ninguém explicita.     O Sr. Mourão é um exemplo típico do que na literatura chamou-se de “tendência autoritária da burocracia latino-america” e nós, apesar de não nos importamos muito com os vizinhos e ...

AIKIDO, algumas palavras sobre (parte 1 de 2)

Kokyu nage Comecei a treinar Aikido, arte marcial japonesa moderna, em 2005. Ou terá sido em 2004 ?  Não sei bem. Nesse contexto, 9 ou 10 anos de treino não faz muita diferença. Treinar Aikido fez parte de um processo mais amplo em relação a minha vida pessoal: ter filhos, parar de fumar, reduzir a ansiedade, externalizar minha agressividade, etc. Minha primeira aula, experimental, foi na UnB, no Dojo da Faculdade de Educação Física. Sensei Nelson estava liderando o treino. Cheguei e já no aquecimento pensei em desistir, pois dos movimentos era andar ajoelhado: Shiko. Movimento que nenhum ocidental faz em seu quotidiano, salvo algum problema anatômico ou funcional. Não desisti. Apesar de feito minha primeira aula na UnB ( local onde ensina-se Aikido há 25 anos ), por questões de compatibilidade de horário, resolvi ir treinar no Aizen Dojo, que à época era parte do mesmo grupo liderado por Shikanai Sensei . Ao longo do tempo, fui treinar na UnB, onde treino até ho...